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Saudação da Alvorada
Aumenta a DEF em 16%. Quando a Habilidade Elemental ou ataques de Cristalização Lunar do portador atingirem o inimigo, obtém o efeito Gentileza Feérica por 6s: aumenta o Dano Geo do portador em 40%, aumenta o Dano de Cristalização Lunar em 40%. Na duração do efeito, se o portador estiver perto de uma Jaula Lunar, os outros membros próximos da equipe obtêm o efeito Truque Maléfico Feérico: aumenta o Dano Geo em 20%, aumenta o Dano de Cristalização Lunar em 20%. Esse efeito pode ser desencadeado mesmo quando o portador não for o personagem ativo.
Personagens — Arco
História
Em uma era há muito esquecida, músicas e florescimento reinaram numa terra despreocupada. Até mesmo os mais poderosos ventos e neves acordavam-se perante os carvalhos imponentes. A fome era desconhecida, assim como a pobreza. Era um paraíso daqueles que cantavam na luz da graça dos céus. E assim o povo de Arcádia, exaltados pelos mil ventos, acreditavam que a glória de sua cidade sagrada seria eterna, intocada pelo mundo. Mas, nem mesmo um local como esse poderia escapar da calamidade. A vida se esvaiu, o calor dissipou-se para a quietude, e a primavera da antiga nação descansou em um silêncio moribundo. Com sua terra perdida, e só uma frágil esperança, o Cavaleiro do Galho Dourado adentrou sozinho no gelo e sombra infinitos. "Ó, Gunnhildr, herói da profecia, profeta da linhagem sagrada, última luz de nosso povo..." "Somente quando o Galho Dourado, puro e imaculado, for cortado, é que a madeira murcha retornará à vida..." "Somente quando o Galho Dourado, puro e imaculado, for cortado, é que nosso paraíso selado perdurará pelos anos que virão..." No final de sua jornada longa e amarga, o cavaleiro que trotou pelas terras devastadas congelas chegou na gruta sagrada poupada. Entretanto, nenhum sacerdote permaneceu para cuidar da árvore branca. Em seu lugar, havia outra coisa. Algo que se nomeava rei, e que assistia dos galhos altos deixados por um emissário desaparecido. Não era nenhum lorde digno, mas um guardião para um comando antigo desvanecente, um Geladinho que, entretido por charadas, desviava os perdidos. O cavaleiro implorou. Ele suportou seus julgamentos, cada um mais impossível que o último. Ainda assim, o rei feérico, imponente como uma montanha, respondia coisas que não eram respostas, não permitindo que chegasse mais perto do coração da gruta. Pelo Galho Dourado que possa desafiar a calamidade, pela Cidade Abandonada selada dentro de sua tumba, Um duelo silencioso nas terras devastadas geladas. O aço confrontou o gelo, e sua luta criou um vento amargo entre a desolação, Até a lâmina do cavaleiro ergueu-se em um arco final e derrubou a coroa do rei feérico. Mais uma vez, ele pediu por uma terra perdida para o Galho Dourado. Mas quando a tempestade caiu, e a última neve abriu caminho para o silêncio, a verdade que permaneceu era mais fria que qualquer inverno. O Galho Dourado, antes pensado como imortal, já havia sido reivindicado pela aurora antes de qualquer um vir procurá-lo. E com a passagem do Reino da Luz, os últimos vestígios da razão mortal e da respiração silenciosa das coisas vivas desapareceram, Até que só um resquício pálido e murcho permaneceu, suspenso sobre o galho, demasiadamente frágil para carregar a ânsia de um paraíso renascido. As criaturas geladas não reconheceram essa perda. Para elas, a árvore sagrada não havia mudado, nem suas bênçãos partido. Os sonhos de seu antigo mestre não acabaram, apenas estavam parados. E assim permaneceram, presos a um juramento, guardando o que acreditavam ser o chão sagrado, mas o que estava perante eles era somente um túmulo. Sob a árvore murcha, o cavaleiro deixou sua espada cair, e um riso mudo aproximou-se. Um paraíso selado contra todas as mudanças nunca poderia perdurar para sempre, assim como os deuses não eram um refúgio de si mesmos. Com isso, o que sobrava de sua determinação para restaurar o que havia sido perdido se soltou, e o cavaleiro se virou para o sul tempestuoso, partindo em uma jornada sem promessas. Nos anos que se seguiram, ele reuniu os resquícios Arcadianos dispostos a abandonar as ruínas, E os liderou para a alta torre de onde o dragão foi derrotado, para erguer-se como seu lorde. O Rei Geladinho não reconheceu isso. Recebeu sua derrota assim como antes havia dado seu desafio, E colocou o Galho Dourado, agora desprovido de sua graça, nas mãos do viajante. Deu suas bênçãos para os fracos e mortais, na esperança de que encontrasse um alvorecer, E manteve a esperança de que aquele que havia soltado os Geladinhos aqui também pudesse, um dia, encontrar o caminho para casa...